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terça-feira, fevereiro 26, 2008

Malditos portugueses...

Na pseudo-cidade em que resido, foi recentemente restaurado um jardinzinho à beira-rio (se é que posso apelidar o Trancão de “rio”…). A obra não pode ter sido feita a pensar nas autárquicas (afinal ainda falta algum tempo…), portanto desconheço a razão que subjaz à sua realização, mas a verdade é que nem ficou com mau aspecto. Construiu-se até uma pequena ponte, em ripas de madeira, para servir de travessia ao curso de água. Até aqui, tudo bem: remodelou-se um espaço e até se lhe acrescentou uma mais-valia.
O problema é que isto foi executado em Portugal e não num país civilizado. Porque é que digo isto? Porque, calculem lá, menos de dois meses depois da sua construção, a coitada da ponte já se encontra escavacada! Algumas ripas caíram ou foram arrancadas, fazendo com que passar por ali se torne numa aventura digna do Indiana Jones. Das duas uma: ou os construtores foram incompetentes e a peça ficou mal feita e demasiado frágil, ou, hipótese para a qual me inclino, os nossos amigos vândalos já tomaram conta do assunto (realmente, a ponte tem todo o ar de ter sido vandalizada).
Por isso, pergunto: esta gente não tem sítios melhores onde fazer buracos? Por que não esburacam os traseiros uns dos outros? Ou vão antes para o Iraque, pois é lá que precisam de gente assim! Para o Paquistão, para a Tchetchénia, sei lá, para o raio que os parta, malditos refugos do tecido social! Querem partir coisas? Partam antes daqui para fora! Querem rebentar cenas? Rebentem as respectivas cabeças! Querem vandalizar? Vandalizem-se mutuamente, aposto que irão gostar! Bestas dum raio…

Tanis