Estreou na passada semana a comédia romântica O Amor e a Vida Real, tradução estúpida do original Dan in the Real Life. Eu fui ver, porque tem a Juliette Binoche, de quem sou particular admirador desde há muitos, muitos anos, tipo desde que lhe vi as mamas n’A Insustentável Leveza do Ser (sim, a adaptação do livro do Kundera). Para aqueles que não viram ainda, digo-lhes apenas que é um filme algo delicodoce, aqui e ali divertido, que vive dos desentendimentos entre o protagonista (Steve Carrell), as suas três filhas e a personagem de La Binoche, por quem Carrell está apaixonado mas não deveria estar. Mas isto é só blábláblá, porque aquilo que me cativou no filme NÃO foi o argumento, NÃO foi o desempenho dos actores, NÃO foi a realização, NÃO foram as piadas, NÃO foram os efeitos especiais, foi apenas uma coisa, e essa coisa vem já, já abaixo:
Caramba, como a Juliette Binoche continua liiiiiiiiiinda!!!!! Nem se notam os 44 anos que já leva em cima! Charmosa, elegante, bela, sexy, cheia de classe… Isto sim, é que é saber envelhecer. Uuuuuuufffffffffff! E eu que prometi nunca mais comer francesinhas na vida... :(
Tanis
