O que aconteceria se as personagens dos grandes livros pudessem ter voz própria em vez de só pronunciarem aquilo que os seus autores/criadores desejaram? Que desabafos soltariam?
Aquiles: “Eu não quero matar o Heitor. Quero ir para a cama com ele. É muito mais giro que o Pátroclo. Que homem!”
Dom Quixote: “Não sei por que raios é que o Cervantes me meteu a andar com este gordo estúpido! F*da-se, gordo por gordo e estúpido por estúpido, antes o Alberto João Jardim!”
Hans Castorp: “Detesto o ar da montanha. Se eu entrar em mais algum livro deste gajo, espero que a acção se passe numa zona balnear, assim tipo em Veneza e arredores, e que eu me apaixone por um menino imberbe em vez da chata da Chauchat. Até poderia chamar-se, sei lá, Morte em Veneza.”
Jesus Cristo: “Iá, este Saramago é bué fixe. Muito mais divertido do que aqueles palhaços que se diziam meus discípulos e desataram a escrever umas cenas sem nexo... e sem sexo.”
Doutor Jivago: “Ó Boris, não me arranjas aí mais umas tipas? Só duas, num país tão grande como este, é muito pouco…”
Deus: “Raios partam estes judeus… metem-me em cada situação… depois queixam-se de que houve um Holocausto.”
Sherlock Holmes: “Mais ópio! Mais ópio!”
Carlos da Maia: “Quero lá saber que esta Maria Eduarda seja minha irmã! É tão jeitosa, salto-lhe para o pipo de qualquer maneira.”
Guilherme de Baskerville: “Hum, este Adso é mesmo um borrachinho. Deixa-me pousar estes livros e já te digo como é, meu pequeno franciscano. Vais ficar uma ou duas semanas sem poder sentar esse magnífico traseiro tão temente a Deus.”
Emma Bovary: “Quando será que inventam os vibradores a três velocidades?”
Mostrar mensagens com a etiqueta gestão de esforço. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta gestão de esforço. Mostrar todas as mensagens
terça-feira, setembro 09, 2008
Subscrever:
Mensagens (Atom)
