Ontem o Sporting perdeu e começou uma nova temporada do Big Brother.
Isto é a realidade. Se as coisas continuam assim, quando chegar o fim-de-semana meto-me nas drogas!
segunda-feira, abril 22, 2013
quinta-feira, abril 18, 2013
As Cartas Que Andam a Dar Que Falar: um furo jornalístico Peter of Pan
Esta semana tem sido excitante em termos de correspondência postal. É o primeiro-ministro a enviar cartinhas ao líder da oposição, é o líder da oposição a enviar cartinhas à Troika, é o Obama a receber postais envenenados... enfim, se eu trabalhasse nos correios, andava contente com a importância da minha profissão.
Poucos sabem o conteúdo das missivas em questão, mas eu tive acesso às duas primeiras. E como sou bom rapaz, reproduzi-las-ei aqui. Cá vai alho
Carta de Pedro Passos Coelho a António José Seguro:
Lisboa, 15 de Abril de 2013
Caro colega (não te trato por camarada porque "camarada" é uma coisa comuna, e eu não sou comuna, odeio esses vermelhos e tudo o que tenha a ver com eles, pá. Mas perco-me, TóZé. Adiante).
Carta de Pedro Passos Coelho a António José Seguro:
Lisboa, 15 de Abril de 2013
Caro colega (não te trato por camarada porque "camarada" é uma coisa comuna, e eu não sou comuna, odeio esses vermelhos e tudo o que tenha a ver com eles, pá. Mas perco-me, TóZé. Adiante).
Como sabes, Portugal está numa situação muito delicada porque o teu compagnon de route José Sócrates (viste, TóZé? Usei a expressão "compagnon de route" para ironizar, subtilmente, com a presença desse bandalho em Paris... Bom, mas perco-me de novo) andou a torrar dinheiro a torto e a direito. Depois viémos nós, mas a verdade é que a coisa não está a correr melhor porque o tosco do Gaspar não sabe mexer no portátil e a máquina calculadora que usa desde o secundário está sem pilhas e ele não tem dinheiro para comprar mais.
Portantos, pá, posto isto, vinha convidar-te para uma reunião para falarmos acerca destas merdas e vermos o que se pode fazer, e por isto quero dizer que gostaria de te enterrar também connosco, porque para as eleições já não falta muito e não me agrada ver só o PSD a ser arrasado. Com o CDS não me importo, até me daria algum gozo ver aqueles ingratos a ter o mesmo número de votos daquele partido maoísta ou lá o que é, o daquele gajo que se diz advogado e anda sempre com raiva de toda a gente, tu deves saber quem é, eu não ligo a essas coisas da política, I'm here just for the lulz.
Aparece, pá.
Do teu amigo,
Pedro
Carta de António José Seguro à Troika
Lissabon, 16 of the april of the 2013.
Portantos, pá, posto isto, vinha convidar-te para uma reunião para falarmos acerca destas merdas e vermos o que se pode fazer, e por isto quero dizer que gostaria de te enterrar também connosco, porque para as eleições já não falta muito e não me agrada ver só o PSD a ser arrasado. Com o CDS não me importo, até me daria algum gozo ver aqueles ingratos a ter o mesmo número de votos daquele partido maoísta ou lá o que é, o daquele gajo que se diz advogado e anda sempre com raiva de toda a gente, tu deves saber quem é, eu não ligo a essas coisas da política, I'm here just for the lulz.
Aparece, pá.
Do teu amigo,
Pedro
Carta de António José Seguro à Troika
Lissabon, 16 of the april of the 2013.
Dear Troika,
We are drowned in shit. Pardon my french, that is, my english, but this is what this is. We are drowned in shit. Deeply. So, you have to desenrascate us. Because we don't know how to desenrascate ourselves. Gaspar, Steps Rabbit and Doors areincopet... icompet... how the foda-se se escreve incompetente em inglês, gaita?! stupid language of yours! they don't know what they're doing. And, off the record, neither do I, but please, don't tell anyone. Thus, it's up yours. I mean, it's up to you! You need to help us. I mean, we need your help. Send us more money, with lower interest rates and austerity.
Danke schön,
António José Seguro, Socialist Party
Foi isto. Estamos entregues aos bichos...
We are drowned in shit. Pardon my french, that is, my english, but this is what this is. We are drowned in shit. Deeply. So, you have to desenrascate us. Because we don't know how to desenrascate ourselves. Gaspar, Steps Rabbit and Doors are
Danke schön,
António José Seguro, Socialist Party
Foi isto. Estamos entregues aos bichos...
quarta-feira, abril 17, 2013
O joguinho ideal para os beatos
São beatos, gostam de jogar jogos de video mas acham o World of Warcraft violento? O Skyrim pagão? O Diablo III satânico? Já estão fartos de não estarem disponíveis jogos que vão de encontro ao vosso interesse enquanto pessoas católicas?!
Não esperem mais: está aqui o vosso víciozinho: Vatican Quest.
Não esperem mais: está aqui o vosso víciozinho: Vatican Quest.
Vatican Quest é o vosso jogo: comandam o papa emérito Bento XVI e o objectivo, bem, nada melhor do que reproduzir as instruções do jogo, que são grab children and bring them to the cardinals before the timer runs out! Querem algo mais divertido? E pedagógico? Isto é jogo para entreter horas e horas um convicto católico.
Vão lá e divirtam-se. Ouvi dizer que quem fizer mais de 30000 pontos neste jogo fica em boa posição para ser nomeado arcebispo pela própria Santa Sé.
Vão lá e divirtam-se. Ouvi dizer que quem fizer mais de 30000 pontos neste jogo fica em boa posição para ser nomeado arcebispo pela própria Santa Sé.
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terça-feira, abril 16, 2013
Eu até compreendo o Kim Jong-Un
Sempre que vejo vídeos ou ouço músicas do Psy, dá-me vontade de fazer cair uma bomba na Coreia do Sul. Se há algo que justifica uma guerra nuclear sem tréguas, esse algo é a má música...
Nota final: já prestaram atenção às imagens dos notíciários norte-coreanos?! Aparece sempre uma senhora pivot (uma pivota?!?) a debitar, com sanha, informações em coreano. O tom ameaçador com que o faz assusta qualquer espectador menos preparado. Eu próprio, que não sou pessoa de me assustar facilmente, da última vez que a senhora apareceu aos gritos a noticiar coisas como, segundo a tradução, "sul-coreanos imperialistas e os seus amigos imperialistas americanos", fiquei com medo e confessei, na hora, tudo o que tinha para confessar: não puxei o autoclismo da última vez que urinei. Chamei "mastodonte" à gorda do quiosque. Enviei por correio um exemplar d'O Manifesto Comunista ao banqueiro Fernando Ulrich e pus como remetente Karl Marx. Enfim, saiu-me tudo o que tinha cá dentro.
Metessem aquela gaja a negociar com a Troika e haviam de ver se não éramos nós a deixá-los em austeridade...
Metessem aquela gaja a negociar com a Troika e haviam de ver se não éramos nós a deixá-los em austeridade...
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segunda-feira, abril 15, 2013
Caramba, que surpresa!
O Peseiro ganhou um título!
Se me dessem às mãos as seguintes notícias:
a) Portugal atinge com sucesso a meta do défice
b) Foi encontrado finalmente o cérebro de Alberto João Jardim
Se me dessem às mãos as seguintes notícias:
a) Portugal atinge com sucesso a meta do défice
b) Foi encontrado finalmente o cérebro de Alberto João Jardim
c) Treinador de futebol José Peseiro conquista um título
seria na terceira em que eu teria mais dificuldades em acreditar. Mas pelos vistos aconteceu. E às custas de um penálti assinalado contra o Porto!
Querem melhor definição de "mundo virado às avessas"?!?!?
seria na terceira em que eu teria mais dificuldades em acreditar. Mas pelos vistos aconteceu. E às custas de um penálti assinalado contra o Porto!
Querem melhor definição de "mundo virado às avessas"?!?!?
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quinta-feira, abril 11, 2013
Gostar dos bons: os anarcas que querem ofender a memória da Coisa de Ferro
Leio num site que anarquistas ingleses andavam a preparar umas merdas por causa do funeral daquela maluca que quinou. Chamem profanação da memória, chamem imoralidade, chamem falta de respeito... eu chamo as coisas pelos nomes: ERA MUITO BEM FEITO! Há que ter simpatia por quem nutre antipatia por quem não merece simpatia alguma.
De qualquer forma, acho o conceito de "anarquista inglês" muito, como hei-de dizer?, contraditório. Que coisas faz um anarquista inglês? Manda vir contra o capitalismo, a repressão do Estado, a hierarquização da sociedade e aquelas coisas todas a que o anarquismo se opõe, enquanto bebe educadamente o seu cházinho? Em vez de cocktails molotov, atirará com piadas dos Monty Python?! Se algum dia conhecer um anarca inglês, estas são as perguntas que lhe farei.
De qualquer forma, acho o conceito de "anarquista inglês" muito, como hei-de dizer?, contraditório. Que coisas faz um anarquista inglês? Manda vir contra o capitalismo, a repressão do Estado, a hierarquização da sociedade e aquelas coisas todas a que o anarquismo se opõe, enquanto bebe educadamente o seu cházinho? Em vez de cocktails molotov, atirará com piadas dos Monty Python?! Se algum dia conhecer um anarca inglês, estas são as perguntas que lhe farei.
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quarta-feira, abril 10, 2013
O meu filho já não me quer dar a mão em público.
É independente, o puto. Daqui a poucas semanas está a pedir-me as chaves do carro para ir para a night e daqui a um ou dois mesitos arranja casa própria.
Isto é o que se chama crescer depressa.
Isto é o que se chama crescer depressa.
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segunda-feira, abril 08, 2013
Como Desgovernar Portugal Para Totós
Eis o livro que o governo está prestes a lançar para o mercado, com o objectivo de recolher 1350 milhões de euros. Escrito numa linguagem simples, dir-se-ia mesmo simplista, é o verdadeiro manual de desgovernação dos últimos dois anos, que passa a estar ao dispor de todos os políticos totós do país.
Bom, é claro que chegar aos 1350 milhões com as vendas do livro é um sonho do governo. A realidade provavelmente será outra...
Bom, é claro que chegar aos 1350 milhões com as vendas do livro é um sonho do governo. A realidade provavelmente será outra...
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quinta-feira, abril 04, 2013
Mais sugestões para a continuação do "serviço público" de televisão...
A continuar o paradigma das duas últimas semanas, em que chamou para os seus estúdios personalidades da estirpe de um José Sócrates e de um Isaltino Morais, o serviço público prestado pela RTP, afinal, é sinónimo de redenção de canalhas. Está bem. Se o filão é este, há muito para explorar. Sugiro ao director de informação do canal do Estado entrevistas com as seguintes pessoas:
Adolf Hitler. "Was?! Ich nein mandarr matarr sechs millionen juden! Isso serr tudo ein conspirração semita contrra ich. Se apanho esses juden, mando matarr todos!"
José Estaline. "Nyet, nyet, nyet. Veja os numerovskis, gospodin. Não há gulags na Zibiria. Nunca houve. A vodka é que fez essas pessoas ver gulags onde não existem gulags."
Jack, o Estripador. "As accusations countra o meu pessoa estao erradas. Os prostitutas é que tropeçavam e caiam em cima do meu faca. O que era um grand chatiss, porque o faca ficava muito sujou. Mas destas shits os senhores djornalistas nao falam."
E porquê ficar por aqui? Chamem o Torquemada. O Calígula. O Átila. E tantos, tantos outros. Pá, têm material para entrevistas durante os próximos cinco milénios.
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quarta-feira, abril 03, 2013
Receitas do Peter of Pan: Falafel com força
Depois de, há uns dias, ter visto o mariconço nunca-mais-sai-do-armário do Jamie Oliver a fazer uma receita de falafel, pensei para mim "olha, se aquele mariconço nunca-mais-sai-do-armário do Jamie Oliver consegue fazer falafeis, eu também consigo". E fui fazê-los. E é a coisa mais fácil do mundo, mais fácil até do que chamar mariconço ao Jamie Oliver. Basta pegar em grão de bico, em feijão, coentros, um bocado de pão (para dar consistência à massa; senão o resultado pega-se mais ao corpo do que a nhanha de um actor nos seios de uma actriz de filmes porno. Raio de comparação, digo eu...), sal, azeite, um dente de alho, e se quiserem umas raspazinhas de limão, enfiar essa gaita toda numa trituradora e zás, dá-lhe!(*) Se acharem que a massa ainda não está suficientemente consistente, juntem um punhado de farinha ou uma beca mais de pão. Depois espalhem farinha pela bancada da cozinha, botem lá a massa e vão tirando pedaços e fazendo rolinhos, ou bolinhas, ou cilindros, sei lá, até podem fazer icosaedros, se conseguirem. Agora, é só atirar com os rolinhos ou isso para a frigideira e esperar que fiquem todos bem fritos. Sirvam com aquilo que vos apeteça. Normalmente serve-se com hummus, mas eu ainda não aprendi a fazer hummus e temi que demasiadas influências árabes me transformassem num talibã. Portanto, acabei por servir com maionese. Conclusão: fácil, rápido e comestível. Nem dá luta.
Até amanhã.
Atenção: este blogue não se responsabiliza por dores de barriga provocadas pela realização e subsequente degustação desta receita. Tomem sais de frutos que isso passa.
(*) "enfiar essa gaita toda numa trituradora e zás, dá-lhe!" A minha gaita manda dizer que não é para tomarem esta frase no seu sentido literal. Acrescento que nenhuma gaita foi magoada na realização desta receita.
Até amanhã.
Atenção: este blogue não se responsabiliza por dores de barriga provocadas pela realização e subsequente degustação desta receita. Tomem sais de frutos que isso passa.
(*) "enfiar essa gaita toda numa trituradora e zás, dá-lhe!" A minha gaita manda dizer que não é para tomarem esta frase no seu sentido literal. Acrescento que nenhuma gaita foi magoada na realização desta receita.
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terça-feira, abril 02, 2013
O estatuto da mentira na sociedade contemporânea
Pois. Ontem foi dia das mentiras. E como tal, andou meio mundo a aldrabar o outro meio. E é aqui que eu pergunto: o que distinguiu, então, o dia de ontem de outro dia qualquer? Todos os dias somos bombardeados com aldrabices. Todos os dias nós próprios inventamos aldrabices, quer para enganarmos os que nos rodeiam, quer para nos enganarmos a nós próprios. Eu, por exemplo, todos os dias me iludo com a ideia de que o Sporting, um dia, voltará a ser um clube grande.
O que merecia ser alvo de estudo não é, porém, a proliferação da mentira e sim o que distingue esta da verdade. E o que é? Como é que alguém sensato e inteligente, quando posto em contacto com um sem-número de informações, distingue as verdadeiras das falsas? Se eu colocar neste blogue frases como as seguintes:
- O Sporting bateu ontem, 1 de Abril de 2013, o Braga por 3-2, com um hat-trick de Wolfswinkel.
- A Joana Santos é boa como o milho.
- Vítor Gaspar é um ministro das Finanças muito competente e capaz.
- O Berlusconi tem bom gosto por mulheres.
- Há uma família de baratas de Madagáscar a residir no cérebro do João Moutinho, segundo um investigador neo-zelandês.
- A TVI tem uma programação interessante.
quem é capaz de dizer, de chofre, quais são verdadeiras e quais são falsas?! Toda a gente, acho eu, mas isso é porque são todas óbvias. São todas verdadeiras, excepto a última e a terceira. Ah, vocês têm dúvidas acerca da quinta?! Pois não tenham: está aqui comigo o estudo científico que comprova existir uma infestação de baratas na cabeça do Moutinho, algo de que eu sempre desconfiei, devo dizer. Se quiserem, eu passo-vos o pdf. Isto se o unicórnio que tenho a viver no disco rígido do meu portátil não resolver comer o ficheiro antes de eu fazer a transferência. Já não digo nada: uma vez ele limpou-me do computador uma pasta com 5 gigas de fotografias da Helena de Tróia toda nua. É verdade, é verdade, acreditem em mim: aquele unicórnio é um malandro.
Infelizmente, na vida do dia a dia, as coisas não são tão evidentes assim. Até porque a sedição da mentira se torna mais grave quando se imiscui, sem se dar por isso, no meio de um conjunto de verdades. "Diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és", parece compreender a mentira, e portanto dá-se com verdades para se parecer com elas. E safa-se assim. E bem. E nós temos mais dificuldade em dar com ela, porque temos de estar muito atentos. É como se metessem a Cláudia Vieira no meio de centenas de trambolhos gordalhufos. Tornava-se complicado dar com ela no meio de tanta banha. E a mentira sabe disto.
O 1 de Abril é, portanto, um dia da treta. Literalmente. Ao estimular mentiras atrás de mentiras, nega o mais perigoso facto da mentira: o de se fazer passar por verdade. E é isto que não devemos esquecer. E era a isto que deveríamos dedicar não um, mas todos os dias. Porque se o relembrarmos, será mais fácil não confiarmos em mentirosos. Ou votarmos neles (e aqui uso o "nós" mas estou a referir-me a vocês, que eu cá não voto em malandros. Ou seja, não voto!). Pensem nesta merda. Porque isto é a verdade mais elementar.
O 1 de Abril é, portanto, um dia da treta. Literalmente. Ao estimular mentiras atrás de mentiras, nega o mais perigoso facto da mentira: o de se fazer passar por verdade. E é isto que não devemos esquecer. E era a isto que deveríamos dedicar não um, mas todos os dias. Porque se o relembrarmos, será mais fácil não confiarmos em mentirosos. Ou votarmos neles (e aqui uso o "nós" mas estou a referir-me a vocês, que eu cá não voto em malandros. Ou seja, não voto!). Pensem nesta merda. Porque isto é a verdade mais elementar.
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quinta-feira, março 28, 2013
Gosto da minha capacidade de me maravilhar. Mas ao mesmo tempo não gosto, que isto de um homem se "maravilhar" é um bocado roto...
Embora já não seja criança (Nota do Editor: como não?! E daquela vez que te despiste e barraste o corpo com açúcar para bateres o recorde de maior número de formigas em cima de um ser humano? - Schiu, cala-te, isso foi há muito tempo atrás! - Nota do Editor: Peter of Pan, foi na semana passada... - Olha, vai à merda, editor d'um raio! - Nota do Editor: Peter, não olhes agora, mas o editor deste estabelecimento és tu próprio... - Olha, merda!) mantenho a capacidade de me espantar com as pequenas e singelas coisas que a vida, a natureza e as esporádicas vitórias do Sporting oferecem.
Esta manhã, deu-se um desses momentos. Dirigia-me para apanhar o habitual transporte público, que na realidade é privado, mas não vou perder tempo a explicar essas esquisitices agora, quando senti um vento agradável e fresco de encontro a mim. Essa brisa, como que me beijando a cara, levou-me a fechar os olhos, a estacar em plena rua e a apreciar o acontecimento. Senti-me devolvido à minha infância, aos meus jogos de futebol com os amigos, às corridas no meio da estrada, às fugas depois de tocar às campainhas dos vizinhos. Foi um doce episódio, que pode ter parecido estranho a quem se cruzou comigo, mas valeu a pena pelas sensações que me despertou.
Serei gay?!
Bom fim-de-semana prolongado.
Esta manhã, deu-se um desses momentos. Dirigia-me para apanhar o habitual transporte público, que na realidade é privado, mas não vou perder tempo a explicar essas esquisitices agora, quando senti um vento agradável e fresco de encontro a mim. Essa brisa, como que me beijando a cara, levou-me a fechar os olhos, a estacar em plena rua e a apreciar o acontecimento. Senti-me devolvido à minha infância, aos meus jogos de futebol com os amigos, às corridas no meio da estrada, às fugas depois de tocar às campainhas dos vizinhos. Foi um doce episódio, que pode ter parecido estranho a quem se cruzou comigo, mas valeu a pena pelas sensações que me despertou.
Serei gay?!
Bom fim-de-semana prolongado.
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terça-feira, março 26, 2013
Resumo dos últimos presidentes do SCP
Bruno de Carvalho: beto.
Godinho Lopes: capitalista trafulha.
José Eduardo Bettencourt: capitalista beto.
Filipe Soares Franco: capitalista beto.
Dias da Cunha: capitalista.
José Roquette: ultra-capitalista beto.
Pedro Santana Lopes: político beto.
Sousa Cintra: pseudo-capitalista saloio.
Godinho Lopes: capitalista trafulha.
José Eduardo Bettencourt: capitalista beto.
Filipe Soares Franco: capitalista beto.
Dias da Cunha: capitalista.
José Roquette: ultra-capitalista beto.
Pedro Santana Lopes: político beto.
Sousa Cintra: pseudo-capitalista saloio.
Eu olho para esta lista e fico triste. Triste porque, enquanto sportinguista e esquerdista, sinto-me isolado. Falta alguém que me represente. Tirando o Sousa Cintra, não iria com ninguém para o tasco mamar umas bejecas, porque é tudo gente que não deve gramar muito tascos. Nem bejecas. E o próprio Sousa Cintra, mesmo que mamasse umas bejecas comigo, era gajo para ao fim da terceira ou quarta jola se armar em parvo e começar a dizer que se devem despedir treinadores quando vão na liderança do campeonato.
O que o Sporting precisa é que um gajo com eles no sítio (logo, nunca pode ser um beto), com desprezo pelo dinheiro e pelo capitalismo em geral, pegue naquela merda. Um gajo com quem se pudesse ir ao Bairro Alto e ter conversas sinceras e abertas, sobre futebol e sobre a vida em geral ("Ihhh, o cabrão do Moutinho era empalá-lo, não era?! E aquela loira ali encostada ao bar está mesmo a pedi-las, se eu tivesse dinheiro alugava um quarto e metia lá a tipa"). Mas não, continuamos a escolher pessoas que estão afastadas da humanidade real. Bardamerda para isto tudo...
P.S.: Embora o Bruno de Carvalho seja beto, não deixo de lhe reconhecer algumas qualidades. Por exemplo, a mulher/companheira/namorada/amiga/prima afastada/não faço ideia de quem é aquele avião dele parece ser bastante boa. Se aquilo vai ser a primeira dama do Sporting, é caso para dizer que nem tudo é mau. Aguardemos...
O que o Sporting precisa é que um gajo com eles no sítio (logo, nunca pode ser um beto), com desprezo pelo dinheiro e pelo capitalismo em geral, pegue naquela merda. Um gajo com quem se pudesse ir ao Bairro Alto e ter conversas sinceras e abertas, sobre futebol e sobre a vida em geral ("Ihhh, o cabrão do Moutinho era empalá-lo, não era?! E aquela loira ali encostada ao bar está mesmo a pedi-las, se eu tivesse dinheiro alugava um quarto e metia lá a tipa"). Mas não, continuamos a escolher pessoas que estão afastadas da humanidade real. Bardamerda para isto tudo...
P.S.: Embora o Bruno de Carvalho seja beto, não deixo de lhe reconhecer algumas qualidades. Por exemplo, a mulher/companheira/namorada/amiga/prima afastada/não faço ideia de quem é aquele avião dele parece ser bastante boa. Se aquilo vai ser a primeira dama do Sporting, é caso para dizer que nem tudo é mau. Aguardemos...
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quinta-feira, março 21, 2013
Criar monstros: a gaja que não gostava nada do Walking Dead e agora está viciada no Walking Dead
Gosto muito do Walking Dead. No geral, gosto muito de toda a ficção relacionada com zombies, por razões que já tive oportunidade de exprimir aqui. Porém, eu era a excepção lá por casa. A gaja não gostava nada deste género de histórias. Tremia só de pensar em zombies. Achava tudo grotesco. Não queria ver o Walking Dead porque aquilo era só mortos, sangue e violência. Ainda a quis chamar à atenção, dizendo-lhe que "não, a série não é só coisas boas. Também tem uma componente emotiva muito forte e explora as relações entre as principais personagens". Ela não acreditou.
Mas lá foi vendo um ou outro episódio. Virando a cara aqui e ali nas cenas mais gore, conseguia aguentar até ao final. E assim, como quem não quer a coisa, viu quase a segunda temporada toda. E quando começou a terceira, lá estava ela, a meu lado no sofá, à espera que o episódio arrancasse. Se o puto chorava no meio, ela ia lá, de dedo em riste, e lançava um "CHIU! Cala-te que eu estou a ver o Walking Dead". E regressava, rápida, para o seu lugar em frente ao televisor.
E hoje em dia, não quer outra coisa. Ela abdica das telenovelas da SIC e da TVI para ver o Walking Dead. Ela já vai à minha frente no acompanhamento da série, pois fiquei impossibilitado de ver os últimos dois episódios. Episódios que ela já viu! Ontem, no final da emissão, ficou chateada. "Oh, já acabou", disse ela. "Quero mais. Já!". Está tão agarrada áquilo... duvido que um agarrado do Casal Ventoso, na época de ouro desta localidade enquanto paraíso do agarradismo lisboeta, exibisse a quantidade de sinais de privação que exibe a minha gaja quando um episódio do Walking Dead chega ao seu término.
É isto que eu não percebo. Como pode uma pessoa que abominava um certo estado de coisas passar a sacralizar esse mesmo estado de coisas em tão pouco tempo? A gaja, que tão maldizia os zombies, agora parece um zombie a olhar para os zombies. Eu não quero nem pensar no que vai ocorrer daqui a duas semanas, quando der o último episódio desta terceira temporada e a série entrar em pausa. Temo pela saúde dela. E, sobretudo, pela minha.
Conclusão: criei um monstro. A aluna já supera o professor. Grão a grão, enche a galinha o papo. Ah, este último dito não tem nada a ver para o caso. Bem, não interessa. Vocês percebem-me. Nunca mais digo a ninguém para ver o Walking Dead...
Mas lá foi vendo um ou outro episódio. Virando a cara aqui e ali nas cenas mais gore, conseguia aguentar até ao final. E assim, como quem não quer a coisa, viu quase a segunda temporada toda. E quando começou a terceira, lá estava ela, a meu lado no sofá, à espera que o episódio arrancasse. Se o puto chorava no meio, ela ia lá, de dedo em riste, e lançava um "CHIU! Cala-te que eu estou a ver o Walking Dead". E regressava, rápida, para o seu lugar em frente ao televisor.
E hoje em dia, não quer outra coisa. Ela abdica das telenovelas da SIC e da TVI para ver o Walking Dead. Ela já vai à minha frente no acompanhamento da série, pois fiquei impossibilitado de ver os últimos dois episódios. Episódios que ela já viu! Ontem, no final da emissão, ficou chateada. "Oh, já acabou", disse ela. "Quero mais. Já!". Está tão agarrada áquilo... duvido que um agarrado do Casal Ventoso, na época de ouro desta localidade enquanto paraíso do agarradismo lisboeta, exibisse a quantidade de sinais de privação que exibe a minha gaja quando um episódio do Walking Dead chega ao seu término.
É isto que eu não percebo. Como pode uma pessoa que abominava um certo estado de coisas passar a sacralizar esse mesmo estado de coisas em tão pouco tempo? A gaja, que tão maldizia os zombies, agora parece um zombie a olhar para os zombies. Eu não quero nem pensar no que vai ocorrer daqui a duas semanas, quando der o último episódio desta terceira temporada e a série entrar em pausa. Temo pela saúde dela. E, sobretudo, pela minha.
Conclusão: criei um monstro. A aluna já supera o professor. Grão a grão, enche a galinha o papo. Ah, este último dito não tem nada a ver para o caso. Bem, não interessa. Vocês percebem-me. Nunca mais digo a ninguém para ver o Walking Dead...
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quarta-feira, março 20, 2013
Papa Francisco vs. Justin Bieber
Vendo com atenção as imagens do concerto do Justin Bieber na passada semana em Portugal e comparando com as imagens do Vaticano desde que o Francisco foi entronizado Papa, tenho a dizer que:
- Os fãs do Justin Bieber são mais bem comportados do que os fãs do Francisco.
- Os fãs do Justin Bieber são menos barulhentos do que os fãs do Francisco.
- Os fãs do Justin Bieber têm uma argumentação mais racional do que os fãs do Francisco.
- Entre os fãs do Justin Bieber, há menos betos do que entre os fãs do Francisco.
- Tanto os pais dos fãs do Justin Bieber como os pais dos fãs do Francisco não têm medo de expor os filhos àqueles espectáculos degradantes.
- Os fãs do Justin Bieber correm menos riscos do que os fãs do Francisco, sobretudo se forem muito novinhos.
- O Justin Bieber canta melhor do que o Francisco. E é melhor compositor também. Só isto, a título de exemplo:
Bieber:
And I was like baby, baby, baby, oh
Like baby, baby, baby, no
Like baby, baby, baby, oh
I thought you'd always be mine, mine
Baby, baby, baby, oh
Like baby, baby, baby, no
Like baby, baby, baby, oh
I thought you'd always be mine, mine
Francisco:
A vocação de custódia (...) é guardar a criação inteira, a beleza da criação, como vem no Livro do Génesis e como mostrou São Francisco de Assis é ter respeito por cada criatura de Deus e pelo ambiente em que vivemos. É guardar as pessoas, é ter atenção a todos, a cada pessoa, com amor, especialmente às crianças, aos velhos, aos que são mais frágeis e tantas vezes estão na periferia do nosso coração. (...) Não devemos ter medo da bondade nem da ternura
Quer dizer, que raio de letra é esta?!? Isto, além de ser difícil de cantar num concerto, nem sequer obedece às regras da métrica...
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terça-feira, março 19, 2013
Doem-me os ouvidos!
Estamos mal. Apanhei uma otite. E à conta disso, já são dois dias seguidos que passo sem ouvir música, e por música quero dizer a barbaridade de barulho a que se dá o nome de heavy metal, mais os seus subgéneros barbaramente barulhentos: black metal. Death metal. Thrash metal. Doom metal. Blackdeaththrashspeedgrindprogressivesludgepaganvikingbrutalavantgarde metal. Enfim, qualquer coisa do género. Dois dias seguidos, porra!!!! Estou a ficar louco. Louco! Se esta privação dura mais tempo, ainda cometo algum acto daqueles mesmo estúpidos. Vejo os filmes todos da saga Crepúsculo! Monto uma editora e peço ao Marcelo Rebelo de Sousa para escrever um livro baseado nos seus comentários para a TVI e publico-o! Converto-me à Cientologia! Tiro uma fotografia ao meu rabo e crio-lhe uma página no Facebook! Convoco uma manifestação de apoio ao Vítor Gaspar! Ponho salsa no leite matinal! Vou ao Vaticano e forro os frescos da Capela Sistina com papel de parede, e ainda ponho uma figura de cartão em tamanho real da Maya em cima do trono papal! Faço isto tudo e muito mais!!!!
Quero os meus ouvidos de volta...
Quero os meus ouvidos de volta...
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sexta-feira, março 15, 2013
Mas o que é isto?! Piranhaconda?!?!
Há informação inútil que vem ter connosco de forma inesperada. Via televisão, jornais, amigos ou internet, coisas que nós não sabíamos existir e nas quais dificilmente pensaríamos deparam-se-nos com a força pungente da realidade. Um exemplo? Este: fiquei a conhecer que algum produtor maluco, uma espécie de génio maligno de Hollywood, achou que seria muito boa ideia investir num projecto chamado Piranhaconda...
E do que se trata? De um grupo de pessoas que é atacada por um animal metade búfalo e metade Miguel Relvas?! Não. Também não é assim tão terrível: o animal é metade piranha e metade anaconda. A película conta com a presença de Michael Madsen, um dos grandes canastrões do cinema, que só vai bem nos filmes do Tarantino, e de Rachel Hunter, ex-mulher de um dos grandes canastrões da indústria musica, que não ia bem em lado nenhum, Rod Stewart. A coisa tem aspecto de ser filme de série B, daqueles muita rascanhóves, e eu vou passar ao lado daquilo tal como o Manuel Luís Goucha passa ao lado de ser um apresentador sério, inteligente e heterossexual. Mas fica a referência: há um filme chamado Piranhaconda. Eu desconhecia-o até saber disso (duh!). E posso dizer que a minha vida não tornou a ser a mesma.
Já agora, aproveitando o filão, sugiro aos produtores do Piranhaconda filmes que joguem com conceitos como:
Uma equipa de antropólogos vai numa pesquisa a África e é atacada por um ser metade gorila, metade girafa. Filme? Girila!
Jogadores do Sporting vão de estágio até à Índia e são atacados não pelo Sunnil Chetri mas por um animal que é metade tigre e metade chamuça. Filme? Timuça!
Uma turma de adolescentes de 17 anos está muito bem num acampamento de verão quando de repente surge a ameaça de um bicho que é metade Sílvio Berlusconi e metade Justin Bieber. Filme? Biebeconi!
Enfim, as possibilidades são infinitas. Bom fim-de-semana e evitem ser atacados(as) por um Emplaco, um animal que é metade Emplastro e metade Cavaco. Olha, isto até dava para mais um filme...
E do que se trata? De um grupo de pessoas que é atacada por um animal metade búfalo e metade Miguel Relvas?! Não. Também não é assim tão terrível: o animal é metade piranha e metade anaconda. A película conta com a presença de Michael Madsen, um dos grandes canastrões do cinema, que só vai bem nos filmes do Tarantino, e de Rachel Hunter, ex-mulher de um dos grandes canastrões da indústria musica, que não ia bem em lado nenhum, Rod Stewart. A coisa tem aspecto de ser filme de série B, daqueles muita rascanhóves, e eu vou passar ao lado daquilo tal como o Manuel Luís Goucha passa ao lado de ser um apresentador sério, inteligente e heterossexual. Mas fica a referência: há um filme chamado Piranhaconda. Eu desconhecia-o até saber disso (duh!). E posso dizer que a minha vida não tornou a ser a mesma.
Já agora, aproveitando o filão, sugiro aos produtores do Piranhaconda filmes que joguem com conceitos como:
Uma equipa de antropólogos vai numa pesquisa a África e é atacada por um ser metade gorila, metade girafa. Filme? Girila!
Jogadores do Sporting vão de estágio até à Índia e são atacados não pelo Sunnil Chetri mas por um animal que é metade tigre e metade chamuça. Filme? Timuça!
Uma turma de adolescentes de 17 anos está muito bem num acampamento de verão quando de repente surge a ameaça de um bicho que é metade Sílvio Berlusconi e metade Justin Bieber. Filme? Biebeconi!
Enfim, as possibilidades são infinitas. Bom fim-de-semana e evitem ser atacados(as) por um Emplaco, um animal que é metade Emplastro e metade Cavaco. Olha, isto até dava para mais um filme...
quinta-feira, março 14, 2013
Sobre a eleição de um Papa argentino
o Mourinho já veio dizer que prefere o D. José Policarpo, porque é melhor e mais completo.
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terça-feira, março 12, 2013
As primeiras palavras do meu filho
"Mamã", "papá", "cão", "oiá".
Portanto, não foi, apesar de tantas insistências da minha parte, "Wolfswinkel".
Estarei a falhar enquanto pai?!?!
Portanto, não foi, apesar de tantas insistências da minha parte, "Wolfswinkel".
Estarei a falhar enquanto pai?!?!
segunda-feira, março 11, 2013
Receitas do Peter of Pan: Tofu e ovos mexidos
Mais uma receita publicada neste blogue, porque é meu e porque me apetece.
Ingredientes:
Tofu (claro! Já se viu uma receita intitulada "Tofu e ovos mexidos" não ter tofu?!)
2 ovos (ver o item anterior)
1 ou 2 dentes de alho (dependendo do quão horrível querem ter o vosso hálito)
½ ou 1 cebola (ver o item anterior)
Azeitonas
1 Tomate
Salsa
Cogumelos
Milho
Sal
Pimenta
Azeite
Gotas de limão
Número de pessoas:
2
Preparação:
Tofu e ovos mexidos
Ingredientes:
Tofu (claro! Já se viu uma receita intitulada "Tofu e ovos mexidos" não ter tofu?!)
2 ovos (ver o item anterior)
1 ou 2 dentes de alho (dependendo do quão horrível querem ter o vosso hálito)
½ ou 1 cebola (ver o item anterior)
Azeitonas
1 Tomate
Salsa
Cogumelos
Milho
Sal
Pimenta
Azeite
Gotas de limão
Número de pessoas:
2
Preparação:
Com um garfo, esfarelar o tofu e
deitar numa tigela. Mas esfarelar bem, não estejam cá com paneleirices. Dêem no tofu com força. Espatifem-no! Ele até gosta. Juntar sal, pimenta e umas gotas de limão. Reservar. Partir
dois ovos para outra tigela. Mexer bem até a clara e a gema ficarem indistintamente misturadas. Reservar. Picar um dente de alho, uma
cebola e um tomate. Atenção, não é dar uma ou duas facadas e pensar que isto equivale a picar. É picar mesmo, a sério. Estás a ler isto, Relvas? É que o comentário é sobretudo para ti.... Juntar esta treta toda à tigela do tofu. Envolver. Pegar em 5 ou 6 azeitonas, tirar os
caroços e cortar finamente. Cortar finamente também os cogumelos. Picar salsa a gosto, como quem picasse o Godinho Lopes, e juntar tudo ao tofu. Acrescentar ainda milho. Envolver tudo outra vez. Se já estão fartos de envolver, o problema é vosso. Pior é ter de assistir às vitórias do Benfica e do Porto, enquanto o meu Sporting não fode nem sai de cima.
De seguida, untar uma frigideira com azeite.
Levar ao lume. Quando a frigideira estiver quente, deitar o conteúdo da tigela
do tofu. Ir mexendo. Adicionar os dois ovos. Envolver. Ir sempre mexendo até a coisa ficar com um aspecto mais ou menos comestível. Aqui chegado, é altura de empratar.
Pode servir-se com umas fatias de pão torrado.
E pronto, aqui ficou uma receita vegetariana, fácil e rápida de fazer, com diversidade quanto baste e amplamente saborosa. Lá em casa, todos gostaram, até o petiz.
E pronto, aqui ficou uma receita vegetariana, fácil e rápida de fazer, com diversidade quanto baste e amplamente saborosa. Lá em casa, todos gostaram, até o petiz.
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