terça-feira, setembro 14, 2010

Odeio-me e quero morrer (2)

Sentei-me no comboio, peguei no livro que ando presentemente a ler e embrenhei-me tanto que nem dei pelo tempo passar. A conversa sobre o falsificacionismo de Karl Popper estava tão interessante que só levantei a cabeça das páginas quando o comboio chegou à estação pretendida. E quando levantei a cabeça, que vi eu?!

Exacto: sentada, mesmo à minha frente, uma deslumbrantíssima rapariga: morena, olhos penetrantes, sensual e aquelas mamas, por Liédson, aquelas mamas... Maldisse-me naquele preciso momento! Poderia ter estado vários minutos a reter visualmente aquele corpinho e em vez disso os meus olhos só acompanharam letras em papel. Alguém me dê já um tiro, por favor!!!!

5 comentários:

Carlos Garcia disse...

Algo me diz que verás o teu desejo concretizado assim que chegares a casa.

Bípede Falante disse...

Não te conheço, mas te dou o tiro. Pobre moça!

Ilda disse...

Pode ser uma facada, ou várias, quem sabe??

Pulha Garcia disse...

"Por Liedson" ahahaha

Henrique Vogado disse...

E os muffins?
A rapariga sentou-se para ver a capa do livro ;-)